Marketing hoteleiro –  da imagem à reserva

Marketing hoteleiro –  da imagem à reserva

Seu hotel precisa ter uma boa presença digital para gerar desejo – frequência de postagens nas redes sociais, fotos e vídeos humanizados e de qualidade, informações destacadas no Google Negócios, um site fácil de navegar tanto no desktop, quanto no celular, boas avaliações. 

Mas o marketing hoteleiro pode, e deve, ir muito além disso. Ele precisa ajudar a transformar interesse em reserva. E o caminho começa justamente quando alguém pesquisa um destino e encontra seu blog com dicas, vê uma imagem linda, encontra o hotel no Google, conhece o perfil nas redes sociais, compara opções e, em algum momento, decide clicar. A partir daí, cada detalhe da presença digital pode aproximá-la da reserva ou fazê-la desistir.

“Marketing hoteleiro é, principalmente, apresentar um posicionamento claro do seu produto  e facilitar o caminho para que o interesse gerado realmente vire uma reserva”, explica Franklin Mira, CEO da Téssera.

Marketing também é geração de demanda

Para isso, precisa estar bem conectado ao perfil do negócio. Uma publicação bonita pode receber muitas curtidas e não produzir nenhuma reserva. Uma campanha de tráfego pago pode levar milhares de pessoas ao site e ainda assim não trazer resultado.

“Quando o marketing tem foco em conversão, a estratégia não é simplesmente aumentar seguidores, mas atrair pessoas qualificadas, com potencial de compra,  e conduzi-las até o momento da reserva”, ressalta Franklin. “Acompanhar as métricas dessa jornada é essencial para garantir o retorno do seu investimento em marketing – e aqui estamos falando da performance de campanhas pagas, como Google e Meta ADS”, explica ele. .

No tráfego pago, a regra de ouro é : se você não consegue dizer quantas reservas vieram da campanha do mês passado e quanto custou cada uma, não aumente a verba. Aumentar investimento sem medição não multiplica resultado – multiplica desperdício.

A presença digital precisa vender

Quando o hóspede finalmente encontra o hotel, começa uma segunda etapa do marketing: a conversão.E é aqui que muitos hotéis perdem reservas que já estavam próximas de acontecer.

O site bonito e navegável precisa responder rapidamente às perguntas básicas: onde o hotel está, como são os quartos, o que está incluído, quanto custa e como reservar. O motor de reservas deve abrir bem também no celular, ter poucos obstáculos e mostrar o preço final com clareza. O Google Negócios precisa estar atualizado, com fotos recentes, telefone correto e acesso fácil ao site ou à reserva. E, claro, sua equipe de venda tem que estar à postos para respostas rápidas. 

“Uma orientação que sempre damos aos nossos Clientes é deixar que boas imagens falem por si e escrever o que é relevante para quem está escolhendo e comparando hotéis: troque o discurso de que é especial, aconchegante, único por quantos minutos até a praia, o que existe no café da manhã, se há estacionamento, como é o quarto, o que está incluído na diária”, resume Franklin. 

Venda direta: o marketing ajudando a proteger a margem

Por trás de toda a estratégia de marketing para a hotelaria está uma premissa básica: quanto mais eficiente for o canal direto do seu hotel ou pousada, menor a dependência das OTAs para transformar demanda em reserva.

As plataformas de distribuição têm seu papel e são importantíssimas. Elas funcionam como vitrines e ajudam o hotel a alcançar mais pessoas. O problema está em pagar comissão também por aquele hóspede que já conhecia o hotel, recebeu uma indicação, encontrou a marca no Google ou foi impactado pelo seu próprio marketing.

O site não pode ser mais caro do que a OTA. O hóspede precisa ter um caminho simples para reservar , um motivo para escolher o canal direto que não necessariamente precisa ser um desconto. Pode ser um benefício, uma condição ou uma experiência exclusiva.

“No caso dos hotéis independentes, muitas vezes a reserva começa por uma conversa no Whatsapp a partir da Bio do Instagram e esse caminho tem custo quase zero”, lembra Franklin.  Nesse caso, o importante é estar atento à  qualidade e a velocidade da resposta para alcançar a  conversão direta, com a melhor margem.

Guarde a dica de milhões 

Uma boa presença digital constrói imagem e posicionamento. Um conteúdo relevante gera desejo e demanda. Uma comunicação clara transmite valor. Um site funcional e um motor sem atrito facilitam a decisão. E uma estratégia de venda direta ajuda o hotel a transformar parte dessa demanda em receita com mais margem.

No fim, o objetivo é simples: fazer com que o investimento em marketing gere uma  demanda qualificada, que encontre um hotel preparado para converter a venda. Como fazer isso? Fale com a gente e ajudamos você! 

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